Seis das marcas de destilados mais conhecidas do mundo — Johnnie Walker, Ketel One, Tanqueray, Buchanan’s, Mr Black e outras — estavam sendo consolidadas em uma única plataforma como parte da transformação digital global da Diageo. Minha atuação variava conforme a marca, e essa é a natureza honesta do trabalho de plataforma.
Em Mr Black e Buchanan’s, entrei a fundo: entrega quase fullstack ao lado de dois a três outros engenheiros por site — construindo o frontend em Next.js e TypeScript, conectando integrações em Node.js e plugando os sites ao modelo de conteúdo unificado do Contentful. Nas demais marcas, o trabalho era investigativo e estrutural: pesquisar implementações legadas, planejar sua migração e portar frontends antigos para a nova stack — adaptando-os à biblioteca de componentes compartilhada e aos modelos de CMS, para que os times editoriais pudessem trabalhar da mesma forma em todo lugar.
Nada disso se traduz bem em capturas de tela — os sites já foram redesenhados, e o trabalho mais profundo ficava mesmo na camada de plataforma. O que isso comprova: sou tão eficaz no meio pouco glamouroso de uma migração corporativa multi-times — lendo código legado, adaptando-o a uma nova arquitetura — quanto sou entregando um site de marca do início ao fim.